Dona Maria!

O dia 2 de outubro foi consagrado às Anas. Pergunto e às Marias?

Certamente vocês conhecem muitas Marias. Hoje faço uma homenagem a Maria das Dores Sbizarro, 88, 11 décadas de vida, perdeu o pai cedo. Ele tinha 33anos.

A mãe guerreira, partiu aos 99 anos. Saíram de Guaxupé, Minas Gerais, e vieram para São Paulo, arranjou emprego em uma olaria, e com o tempo, os filhos trabalharam lá, nossa Maria, também.

D. Maria, no bairro onde moravam, Piraporinha, SBC, conheceu o Sr. Marcelino, teve cinco filhos. Quem a vê num aspecto frágil, não imagina a fortaleza de argumentações, ações e orações.

Martinha, a filha dela, diz que a mãe foi sempre zelosa e preocupada com os filhos. Sempre cuidou da casa e de todos. Deve ter aberto mão de muita coisas em favor da família 👪.

Hoje, ainda faz as refeições da casa, lê a Bíblia e gosta de ouvir missas. É muito preocupada com os netos. Ora muito por eles, por toda família e por todos que pedem oração. Inclusive por mim e pelo meu marido.

Agora, digam-me nossas 50+ são ou não são maravilhosas!

E vocês têm histórias para contar?

Escrevam- me otavianocor@gmail.com. Obrigada!🌹

Museu da selfie

Fica em cartaz de 9 de outubro a 20 de novembro em horário de shopping. Os ingressos para os 60+ são menos salgados. Para um grupo de pessoas preços promocionais.

Onde? West Plaza, Av. Francisco Matarazzo s/n. Imperdível.

Bom passeio!

Ficamos sem ele…

Hj o dia foi muito chuvoso e sem Internet. Não foi muito produtivo.

Fiz almoço para minha amiga Martinha, que passou o final de semana conosco. Que alegria recebê-la. Almoçamos, ela me ajudou arrumando a cozinha e foi para São Paulo.

Fiquei preocupada, porque depois de meia hora a chuva apertou e sem zap, fiquei sem comunicação com ela.

Mais tarde, consegui me comunicar pelo telefone residencial. Chegou bem, em uma hora já estava São Paulo.

Sem zap, muitas pessoas não puderam se comunicar, negócios foram perdidos. Pensem na ansiedade de olhar para o telefone e nada.

Mais tarde fiz o jantar, ficou muito bom, eu e meu marido jantamos, arrumei a cozinha. Até que enfim! O zap voltou, parecia que um velho amigo tinha voltado ao lar, ou ao “ar”.

E vocês meus queridos e queridas, querem me contar um dia de suas rotinas?

Brindar com café 🥣…

Ofereço um cafezinho, nessa minha publicação de número 27, cujo objetivo é incentivar idosos a persistirem, estimularem, impulsionarem e animarem seus pares, e porque não, pessoas jovens.

Hoje é nosso dia, e toda data comemorativa tem insuflado em seu discurso alguma reflexão. Aqui, vamos denunciar o idadismo, também chamado de ageismo ou etarismo, preconceito ao idoso.

Assim apontar vários preconceitos, como exemplos, na procura de empregos, nos relacionamentos, nos olhares tendenciosos, nos golpes por ☎, nos atendimentos médicos.

Nosso protesto nesse dia se refere ao “Cid 11 rotulação da velhice como doença”.

O Dr. Alexandre kolache, diretor do Centro Internacional da Longevidade no Brasil, é uma autoridade no assunto, e explica em vídeos e artigos os impactos negativos de rotular a velhice como doença. Coloca sobre a discussão o despreparo médico na especialidade geriatria, o que impacta problemas de avaliação médica.

Diz o doutor, é preciso decodificar as doenças dos idosos, antes mesmo de rotular o idadismo.

No meu entender o trabalho do médico fica mais fácil ao rotular a morte como velhice.

O que precisamos é de atenção aos problemas de saúde e tratá-los de forma pontual. Como bem coloca o doutor: gravidez é doença? Obviamente que não. Então, velhice, também não é.

Devemos, sim, ter orgulho de envelhecer, pois essa é a maior conquista social em 100 anos. Tim, Tim☕☕!

🌻🌻🌻

Marta Apatecida Sbizzaro, 53, formada em História, professora, hoje aposentada. Há um ano acrescentou uma atividade no currículo de vida 50+, escrevendo, assim, creio que pensaram em vários componentes curriculares, não é mesmo?

Valda, cunhada dela, foi inspiradora da realização de tal tarefa. Valda, há mais de dez anos, acrescentou a tantos afazeres, esse entusiasmo de vida. Montou uma equipe chamada Girassol, que envolve o esposo, a nossa 50+ , Cida, e algumas outras pessoas que esporadicamente ajudam nos afazeres.

De 15 em 15 dias distribuem marmitas em São Bernardo do Campo. Preparam os alimentos, entregam roupas, material de higiene.

Segundo, Marta, o que mais impacta no trabalho, além da solidariedade, é os moradores de rua quererem atenção, contar histórias de vida e pedirem orações. Emprestar ouvidos ou uma escuta atenta, funciona muito mais que qualquer alimentação.

E assim nossas queridas 50+ encontram motivação para viver mais e mais. E, seguem também motivando outras pessoas. É o caso de Valda, 58.

Parabéns, Girassóis, Magrão, 65, Valda, 58, Marta, 53. Quem quiser ajudar é só entrar em contato com eles por meio desse blog, Agradecemos.

“Cadê o chão”

Na vida de quem tem mais de 50, sempre surgem imprevistos, que precisam de soluções rápidas – a saúde, por exemplo.

Além dos médicos, as orações dos amigos, recorrer às redes sociais. Maravilhosa a Internet, pois nos aproxima de quem de longe quer ajudar.

Nessas aproximações, desfrutar da amizade de Ana Maria Nogueira, que se dispõe a ajudar com informações de saúde e soluções rápidas, pois conta com o Dr. Antônio Carlos Nogueira, que não deixa de compartilhar conhecimento a pedido da irmã.

Muito grata aos irmãos Nogueira, que alívio saber que mesmo de longe, estendem as mãos caridosas. Que alegria sentir o amor 💘 de Jesus, sentir que estamos envoltos por uma teia de solidariedade de quem tem acima de toda sabedoria o ensinamento Dele, que veio para que todos tenham vida!

Com quem contar…

Em momentos difíceis, aparecem elas minha amiga irmã, Sandra Schvinin Martinez, e minha irmã querida, Rosemari Octaviano. Muito grata, voltem logo.

A modista

Cida Furlan, 72 anos, é uma das nossas queridas, 50+, procura viver o tempo dela entre a casa de São Paulo, em Osasco e o apartamento de praia, na Vila Caiçara, gosta de assistir a filmes, ultimamente assistiu e indica “O Farol das Orcas”. É uma mulher bonita, cheia de predicados, na vida profissional foi modista.

Assim como tudo na vida, ela diz que a moda exige equilíbrio, as cores no vestuário cabem muito bem e valorizam a cor da pele e os olhos. Usa brincos que combinam com a cor da blusa. É vaidosa.

Como modista, confecciona roupas para doação. Seu grande sonho é ensinar o dom que recebeu de Deus.

Na casa, é organizada, renova utensílios, troca almofadas, cortinas, tapetes, jogos de banheiros.

É muito interessante ser amiga dela.

Renovadas

O título desse blog diz respeito a pessoas ou lugares que exprimem vivência, que vai além dos anos vividos, quando marca presença no mundo e demonstra atitude sobre os fatos experienciados.

Planejar os dias que virão, além de ocupar o cérebro é imprimir qualidade de vida, é incentivar mais pessoas a passar por esse momento sublime que é “envelhecer”.

Nesse planejamento vim parar num bairro que merece ser blogado: a “Cidade Ocian”, fundado em 8 de maio de 1956. Como recebeu o título de cidade?

Pela idealização de ser uma grande metrópole, o que durou pouco, pois Brasília lhe tirou o título em 1960.

Durante a pandemia de Covid 19 passou por melhorias de infraestrutura, e o bairro de Praia Grande se fortalece com investimentos de boa administração.

Somos muitas jovens senhoras e senhores que se relacionam com ele, bairro, ou com ela, cidade, entre postais, compras, cuidados médicos, 🚶🚶🚶🚶, caminhadas, que exercitam músculos e olhos preenchidos por belezas naturais.