
Adoro observar quem passa por qualquer espaço: rua, calçada, praia.
O ritmo dos passos, a postura dos corpos, os olhares.
Tanto o garoto, quanto o rapaz de boné se movimentam não perdendo de vista o que olham.
O outro rapaz de boné vermelho cruza os braços como quem espera uma cena que custa a acontecer. Parece um pouco bravo porque tem a fisionomia fechada.
Assim os passantes deixam suas marcas de humor, contentamento de observadores da vida.
Assim treinar o nosso olhar proporciona enxergar o que invisível aos olhos. E isso certamente fez você lembrar do “Pequeno Príncipe”.
Até a próxima.
Isso mesmo para contemplar a vida é preciso sensibilidade.
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Verdade, sem saber contemplar a vida perde muito do sentido. Obrigada, amiga!
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