Ofereço um cafezinho, nessa minha publicação de número 27, cujo objetivo é incentivar idosos a persistirem, estimularem, impulsionarem e animarem seus pares, e porque não, pessoas jovens.
Hoje é nosso dia, e toda data comemorativa tem insuflado em seu discurso alguma reflexão. Aqui, vamos denunciar o idadismo, também chamado de ageismo ou etarismo, preconceito ao idoso.
Assim apontar vários preconceitos, como exemplos, na procura de empregos, nos relacionamentos, nos olhares tendenciosos, nos golpes por ☎, nos atendimentos médicos.
Nosso protesto nesse dia se refere ao “Cid 11 rotulação da velhice como doença”.
O Dr. Alexandre kolache, diretor do Centro Internacional da Longevidade no Brasil, é uma autoridade no assunto, e explica em vídeos e artigos os impactos negativos de rotular a velhice como doença. Coloca sobre a discussão o despreparo médico na especialidade geriatria, o que impacta problemas de avaliação médica.
Diz o doutor, é preciso decodificar as doenças dos idosos, antes mesmo de rotular o idadismo.
No meu entender o trabalho do médico fica mais fácil ao rotular a morte como velhice.
O que precisamos é de atenção aos problemas de saúde e tratá-los de forma pontual. Como bem coloca o doutor: gravidez é doença? Obviamente que não. Então, velhice, também não é.
Devemos, sim, ter orgulho de envelhecer, pois essa é a maior conquista social em 100 anos. Tim, Tim☕☕!
Agradeço a amiga Sandra Schvinin Martinez por ter trazido informações sobre o Dr. Alexandre Kolache.
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Parabéns Miriam perfeitas suas reflexões sobre as colocações do Dr. Alexandre Kolache a velhice é uma conquista que precisa ser comemorada todos os dias. Tim Tim.
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